segunda-feira, 11 de maio de 2009

Mais pedras rolantes...São danadas! Like a Rolling Stone...



Saiu até no jornal o desaparecimento dos rails pela queda de pedras mas, a notícia foi apenas essa!
Considerou-se normal nem falar nas causas! Quanto mais pedir a sua prevenção.
...Da protecção Civil é que não se espera ficar de braços cruzados perante tantas dicas! Isto é que é abusar da sorte... E talvez de alguma coisa mais. Será a confiança dos cidadãos!?

sábado, 9 de maio de 2009

Siderurgia Nacional em areias "movediças"




Consta que a Siderurgia Nacional viveu quase sempre com o destino traçado. Consta... Se não for verdade vejam isto como uma ficção...
Dizem, as más línguas, que areias ditas "especiais", tão úteis que são como forma de controle do arrefecimento dos moldes (de molde a não partir por bruscas mudanças de temperatura), existem em abundância por ali, mais propriamente por Coina, sim isso mesmo. MAS, e há sempre um MAS, e ao que parece, a vaga de migrantes alentejanos ficou por ali mesmo e nidificou exactamente por cima das areias.
O nível de planeamento nacional de alto gabarito já na altura, esqueceu esse pequeno pormenor à época! E lá tivemos nós que importar essas areias especiais da Holanda pois! E pagas a peso de ouro...
Cartografia Geológica serve para quê mesmo...?!

P.S. A culpa foi dos alentejanos, óbvio! E a parte das areias serem movediças é brincadeira, perceberam, não! Até porque "movediço" nunca poderia combinar com alentejano!

Outro aspecto (ainda hoje realidade, diria impossível) é a esgoto a céu aberto... Isso não é prioritário...

Sines e o PIB. Amor de Verão...


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Outras má-linguas há, que afirmam (isto deve ser só no Alentejo...) que logo no primeiro Inverno do ano da graça de 1978/79 após a construção do molhe oeste, este quebrou em dois ou três pontos (não sei se 2 0u 3. É sabido que quem conta um conto acrescenta um ponto...). Dizem depois essas má-línguas, que houve quem avisasse de que tal ocorreria, não por que fossem adivinhos mas porque tinham efectuado uma simples análise da topografia dos fundos, e concluido da existência de zonas de concentração de energia nesses exactos pontos! Termino dizendo que, ao que parece, a obra logo destruída custou na altura cerca de 1% do PIB nacional...
E tudo legal, tecnicamente errado mas tudo legal! Uff, que alívio, pensei que fosse mais uma fraude!
Estamos bem entregues...

Atentado! Legal...




A única palavra que ocorre é mesmo esta, passa-se a explicar:

Atentado ambiental, em pleno coração do Parque Natural da Serra da Estrela, com a estrada a cortar as maiores moreias glaciárias do país!

Atentado às Finanças Públicas, com uma obra falhada!

Atentado à Segurança!

Atentado à inteligência, com uma decisão a roçar a pura ignorância!

Mas, perfeitamente legal...

Portugal em ano de seca, cenário-tipo 2005 x5,x6,x7...




Tou a brincar! Por enquanto é apenas um leito de ribeira seca na Líbia.
...Que não fica assim tão longe quanto isso. E até já foi uma savana...
Dá que pensar sobre o que andamos a fazer com o planeta... Do que tenho a certeza é que ele (o planeta) passará bem sem nós. Passou! 99,9% do Tempo, não era agora que ía ter medo de ficar sozinho...

Valor Paisagistico, um Direito a observar! (mas só depois destes edifícios, e depois de mais alguns remates!)




Odivelas e a Onda de betão

Parece ou não?! Uma baita de uma onda de edifícios em cerco à pequena casa, afundada num vale artificializado tipo banheira. Tá mesmo a precisar de um Pólis...
Nesses planos de remediação é comum chamar aos espaços ainda vagos por entre estas fiadas contínuas de betão, o remate!
Ao que remataria eu gritando antes - penalty! à Estética! Ao Bem Estar, à Segurança... É para isto que se trabalha em Protecção Civil, ou deveria antes dizer "à bombeiro!"?! Para apagar fogos das Engenharias, todas elas.

Torres, condomínios-castelo e bandeiras... Ficarão a faltar Senhores e Feudos?!




Alguém pediu um Pólis! Saia um Pólis para aquela cidade ali ao cimo sff!

P.S. Ainda bem que houve Pólis. O país é sem dúvida outro desde então...
E já está tudo prontinho. Ou teríamos ainda aqueles relógios gigantes por aí
tic-tac, tic-tac...
Como no país das Maravilhas! Com coelhos atrasados a saltarem de cartolas, déspotas com exércitos de cartas de jogo com vida, sorrisos suspensos no espectro visível enquanto fracção de instintos felinos...